Vale a pena ser poeta, pois desnudo minha alma e copulo minha criatividade... [Marilda Amaral]

sábado, 14 de abril de 2012



Começar...
É dar o primeiro passo, rumo a algum lugar...
Percorrer...
É cursar uma trajetória com objetivo determinado...
Chegar...
É atingir a meta  determinada, por nossos sonhos...
Sempre que se começa...
Teme-se.
Sempre que se percorre...
O trajeto é incerto.
Sempre que se chega...
Tem-se a certeza de que sonhos foram atingidos,
Desafios foram superados,
Obstáculos foram transpostos
E limites suplantados...
E o homem recomeça...
Essa é a forma com que ele determina sua estada neste planeta TERRA...
[Marilda Amaral]





Depende de mim o modo do seu amar?
Como sou muito do nada
Você se detém em me deixar ficar...
Muito só,
Com frio,
Dando adeus ao amanhã,
Deslumbrando
O hoje que nunca acaba.
[Marilda Amaral]

sábado, 31 de março de 2012

VOCÊ.........................



Você povoa meus sonhos mais profundos,
Aqueles que escandalizam minhas intenções,
Transformam-se em vapor de anseios
E meus braços não ousam abraçar, nem quando a janela da fantasia
Abre-se clareando o aposento das ilusões.
Aqui estou eu inerte, com as mãos erguidas,
Na direção dos meus sonhos.
[Marilda Amaral]

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012



Quando  se ama tudo é permitido,
Tudo  é  complacente...
Não  importa  que  façamos coisas diferentes
E estejamos em lugares diferentes,
Pois tem um momento de nós  dois
Onde nossas almas em sintonia
Aspiram ao mesmo sentir...
Eu te amo minha vida.
[Marilda Amaral]

sábado, 4 de fevereiro de 2012

ÚLTIMA POESIA DE UMA GUERREIRA




Última poesia.

Última  para recesso,
Para que o âmago sinta
A falta de escrever
No escuro.
De sentir
Às claras,
De fugir
Do mundo.
Última para recesso
Para o amante
Ter medo
Sentir o enredo
De deixar uma paixão tão louca passar.
Última para recesso
Para que a caneta seque
O papel amarele
E a lágrima caia.
Última para recesso
Para que eu
Adormeça
E sinta sem medo
Saudade
Passada
E finde o enredo.
[Marilda Amaral]

ESCOLHA INSANA





Um novo apreço  me toca a alma,
É uma espécie de loucura sana,
De verdade caluniosa,
De querer com desprezo,
De estar não ficando...
É uma trajetória perene
Em caminho exaurível.
Tu és minha certeza insensível
Minha poesia perdida,
Minha música silenciosa
Meu toque intangível.
Meu antônimo de vida
Minha queda livre,
Precipício entre vales fundos
De sentimentos profundos...  
Zona abissal do meu âmago profundo
Onde luto entre o bem e o mal
E pereço inerte num amor sem futuro.
[Marilda Amaral]




POEMA AO PLAGIADOR




Um poema


Oh! Zona abissal da vida humana
Onde moram os profanos sentidos...
Que triste é sua maneira de guardar os segredos.
Todos envoltos na negra teia da invídia.
Onde o homem maquina sua ascensão,
Usando a escada das virtudes alheias...
Quão triste se tornam as vitórias do ímpio,
Quando sucumbe o sucesso do justo
Com um ardil pobre da astuta mentira.
Ai de ti pobre homem,
Que  por incapacidade usas o sucesso alheio,
Pois tuas vitórias se tornam frágeis realizações,
Que no íntimo da tua consciência se desmoronam
Em patéticos feitos sem grandeza.
[Marilda Amaral]





AOS AMIGOS SINCEROS...




Vagalume


 
Conta  a lenda que uma  vez uma serpente começou  a perseguir um vagalume. 
 
Este fugia rápido da  feroz predadora, e a  serpente não desistia. 

 Primeiro  dia, ela o seguia.
 
Segundo dia, ela  o seguia...
 
No terceiro  dia, já sem forças,  o vaga-lume parou e  falou á serpente:
 
-Posso te fazer três perguntas?

 
-  Não estou acostumada  a Dar este precedente  a ninguém, porém como  vou te devorar, podes   perguntar. - Contestou  a serpente!! 
  
-   Pertenço a tua  cadeia alimentícia?  Perguntou o Vagalume
·         Não, respondeu a serpente.

·         -   Eu te fiz algum  mal? Diz o vaga-lume.
-  Não. Tornou a responder  a serpente. 
·         Então  por que queres acabar  comigo???
-  Porque não suporto  ver-te brilhar.
 
Conclusões 
 
Muitas  vezes nos envolvemos  em situações nas quais  nos perguntamos: 
Por  que isso me acontece  se não fiz nada  de mal, nem causei  dano a ninguém? 
 
Certamente  a resposta seria:  Porque não suportam  ver-te  brilhar! 
 
 
Quando  isso acontecer, não  deixe diminuir seu brilho.
 
Continue  sendo você mesmo!  Segue fazendo o melhor! 
 
Não permita que te  lastimem, nem que te  retardem. 
 
Segue brilhando  e não poderão tocar-te...  Porque tua luz continuará  intacta.

 
Tua  essência permanecerá, aconteça  o que acontecer... 
 
 
Seja  sempre autêntico, embora tua luz incomode  os predadores!

[desconheço a autoria]

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

AÇO...



Sou aço incandescente
Que escorre  entre entranhas de ferro malhado a frio.
Ah... Belo forno em braça
Modula o cristal
Que de areia nasce
Rubro e maleável.
Brilha entre as mãos de hábil artesão
Sonhando com o destaque
No  criado mudo da bela dama de aço nobre.
[Marilda Amaral]

domingo, 29 de janeiro de 2012

sábado, 28 de janeiro de 2012

DESCOBERTA




Sacudi os galhos do chorão...
Caíram poemas seus,
Embaixo eu meditava
Sobre sentimentos  meus
E descobri solenemente,
Que teus poemas não são meus,
Porem fiquei  feliz
Descobri que,
Muito menos os meus  poemas são teus.

Marilda Amaral

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012




Sou tormento que ativa,
Uma paixão que determina,
Sou o fogo que não queima
E incandesce toda tua alma.
Ai de ti que sem querer desconhece,
O amor de uma guerrilheira de causa
Perdida e de mal sem remédio,
Pois padecerás o tormento da perda do desconhecido
E  da penúria de tua queda.
Oh... Menestrel do ignorado
Poeta dos desgraçados
Receba teu premio
Uma amarga saudade,
 Principio
De quem fica
Razão de quem parte.
[Marilda Amaral]

domingo, 22 de janeiro de 2012

CONSTATAÇÃO...

TEIMOSIA


Jamais derramaria um pranto pela ingratidão,
Pois ela determinaria meu extermínio.
Nem sofreria por mares nunca navegados,
Pois são vagas de raso calado.
Peço perdão a minha alma itinerante de constante busca,
Pois ela afoita recebe os açoites da minha teimosia.
Em clausura explícita vive meu indulto.
E do amor que por ti tenho
Resta a mágoa que por ti nutro.
[Marilda Amaral]

PELO MENOS O NOME.............





sábado, 21 de janeiro de 2012

PROFECIA




Sou profética quando te acuso de perdulário,
Pois teu amor deposita em vala profunda
De difícil saída.
Pobre homem que na tentativa poética
Tropeça no devaneio frenético...
E eu concisa retruco poemas de forma vazia,
Pois na vã busca da profecia insana.
Entra na teia bem feita da sabedoria e cresça
Sentindo o tamanho do amor que por ti tenho.
[Marilda Amaral]

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

FITANDO...






Caricias a beira mar e os
Apaixonados  fitam o horizonte
Do desconhecido,
Especulando a hora  de atingirem o ápice
Do orgasmo de suas almas
Embriagados pela beleza que  fitam. 
[Marilda Amaral]


sábado, 14 de janeiro de 2012

É !!!



Usas as minhas palavras,
Forças a tua criatividade
E morres na minha capacidade criadora,
Mas assim mesmo
O que dizes passa longe do que um dia por ele senti.
Mas aproveite bem
Digas a este alguém
Que és apenas minha sombra.
Minha Xerox mal feita.
[Marilda Amaral]

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012




Minha vida é decorrência de meus atos e eles 
São a conseqüências das atitudes que tomo
Para que todas as coisas aconteçam. [Marilda Amaral] 

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012





Peço desculpas

pelo meu bem querer,

Reitero o

meu firme propósito


De aceitar o

inevitável

E respeitar

a indiferença

E me

orgulhar da capacidade de amar.

Um dia me

senti triste,mas hoje já não

Sinto mais

este vazio,

Pois hoje

completo meu ciclo

De sabedoria

na terra

E me proponho

no resto do tempo

Dedicar-me somente

a poesia,

A alegria,
Ao trabalho
E a

sabedoria de

Bem servir.
Não custa

nada...

Não dói

nada...

E não incomoda

ninguém.

[Marilda Amaral]

domingo, 8 de janeiro de 2012

A última poesia...


Última poesia.

Última  para recesso,
Para que o âmago sinta
A falta de escrever
No escuro.
De sentir
Às claras,
De fugir
Do mundo.
Última para recesso
Para o amante
Ter medo
Sentir o enredo
De deixar uma paixão tão louca passar.
Última para recesso
Para que a caneta seque
O papel amarele
E a lágrima caia.
Última para recesso
Para que eu
Adormeça
E sinta sem medo
Saudade
Passada
E finde o enredo.
[Marilda Amaral]